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Guardiola, teimosia e a regra dos 5 segundos: a filosofia de Peter Bosz

Depois da negativa do Nice em relação a Lucien Favre, o Borussia Dortmund anunciou o sucessor de Thomas Tuchel. O escolhido da diretoria foi Peter Bosz, do Ajax, que assina contrato de duas temporadas com o clube aurinegro.

Conto a vocês uma história que aconteceu no final de 2014. Na época no comando do Vitesse, Bosz passou por uma sequência de resultados ruins. Questionado pela imprensa após nova derrota, exibiu os números do time: domínio da posse de bola, muitas chances criadas e poucas concedidas ao adversário. Peter sabia que o time tinha feito um bom jogo.

O clima era de desconfiança em Arnhem. A direção irritada com teimosia do técnico, alguns jogadores expressando suas dúvidas quanto à efetividade da proposta de Bosz e a torcida começou a protestar. Na partida seguinte em casa, uma faixa: “70% de posse de bola, 0% de resultado”.

Bosz se viu pressionado a fazer alguma coisa que aliviasse a pressão. Um ajuste tático, uma entrevista mais forte ou mesmo que admitisse que algo deu errado. O técnico não fez nada disso. Por quê? Porque confiava em sua proposta. "Eu sei que jogamos bem. Não tenho dúvida disso. Se tivéssemos jogado de outro jeito, os resultados seriam piores ainda".

O time continuou jogando da mesma forma. Com um processo (estilo de jogo) ruim e resultado (gols marcados e sofridos) desapontador, semanas depois a situação era a mesma. Mas nem isso fez com que Bosz mudasse de ideia. "Quem se deixa guiar pelo resultado é enganado pela aleatoriedade das coisas."

Corta a cena. Estamos agora no meio de 2016. Peter Bosz é o novo técnico do Ajax. Em uma das entrevistas à imprensa de Amsterdam, foi questionado com certo desdém em relação aos resultados do Vitesse. O treinador pega seu computador e apresenta uma sequência de vídeos do time em agosto de 2014, logo quando assumiu o comando e provoca: "Assista isso e só depois me diga se eu tive ou não sucesso".

Nas imagens, o Vitesse perdia a bola pouco depois de recuperá-la. Bosz busca outro vídeo, de seus jogos mais recentes. A cada bola perdida, exibe com orgulho a evolução do time. "Um, dois, três segundos... temos a bola de novo. Um, dois, três... nossa de novo. Um, dois, três... aí está". O treinador considera que seus atletas são predadores e, cada vez que perdem a bola, tem a obrigação de perseguir os oponentes. Para Bosz, a pressão é como uma carga elétrica que força o adversário a errar e, consequentemente, faz com que seu time retome a posse de bola.

continua a leggere .......

di Walter Paneque

( Fonte UOL)

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